Uma análise interseccional sobre saúde mental: desafios e perspectivas
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- SciELO Preprints
- DOI
- 10.1590/scielopreprints.17542
A temática da saúde mental tem se tornado cada vez mais presente nos debates acadêmicos e políticos. Com isso a interseccionalidade, conceito construído por kimberlé Crenshaw(2002), permite pensar saúde mental através de uma perspectiva que integra as múltiplas realidades dos indivíduos. A Partir disso, o presente artigo busca analisar de que maneira marcadores sociais de classe, gênero e raça impactam no processo de sofrimento psíquico da população piauiense e o acesso ao cuidado da saúde mental. Fundamentando-se nas obras de Akotirene(2019), Lélia Gonzalez(2020), Donna Haraway (2009), Fanon(1961) entre outros teóricos que ressaltam os impactos dos marcadores sociais no adoecimento psíquico de grupos historicamente marginalizados. O artigo se apoia em uma revisão bibliográfica que combina autores clássicos e contribuições atuais, permitindo uma análise crítica e contextualizada.